Veja o vídeo: ‘Meu tratamento custa R$ 800 por sessão’, diz mulher com doença rara na mandíbula e faz apelo por ajuda

Mulher com doença rara na mandíbula faz apelo por ajuda para custear tratamento que custa R$ 800 por sessão.
Redação Imediato Online
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Manaus (AM) — A dona de casa Vilma, moradora do bairro Cidade Nova, vive há mais de quatro anos uma dura batalha contra uma doença rara e dolorosa: osteomielite crônica na mandíbula e no maxilar, condição que causa necrose dos ossos e fortes dores constantes. Sem conseguir atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ela faz um apelo comovente à população e às autoridades em busca de ajuda para custear o tratamento.

Segundo Vilma, o tratamento indicado pelos médicos é a oxigenoterapia hiperbárica, que não é oferecida pelo SUS e custa cerca de R$ 800 por sessão. A recomendação médica é de pelo menos 20 sessões, o que torna o valor inviável para sua condição financeira.

“Eu só quero o meu tratamento. Já procurei ajuda por todos os meios, mas os médicos do SUS me enrolaram. O tratamento particular é muito caro e eu não tenho condições. Eu só quero viver sem dor”, desabafou.

A mulher relata que já buscou apoio no Ministério Público e na Defensoria Pública, mas o processo segue sem solução definitiva. Em meio à luta, ela chegou a iniciar dez sessões de forma particular, com a ajuda da família, mas ainda precisa realizar cirurgias complexas para tentar recuperar parte da estrutura óssea afetada.

Como ajudar:
Quem quiser contribuir com o tratamento de Dona Vilma pode fazer doações via Pix:

92 99476-4639 | Banco Bradesco | Vilma Jacó de Souza

Vilma, com receio de não ter dinheiro para conseguir custear o seu tratamento, está fazendo uma rifa em prol do seus exames.

“Meus ossos estão necrosados. Eu não posso tomar remédio, não posso procurar hospital, fico sofrendo dentro de casa. Os médicos dizem que meu caso é crônico e que o tratamento é para a vida toda”, contou emocionada.

Além da própria dor, Vilma enfrenta dificuldades para cuidar dos cinco gatos que cria com carinho em casa. Apaixonada por animais, ela afirma que luta não apenas por si, mas também por poder continuar cuidando deles.

“Eu sempre amei os animais, sempre cuidei deles. Nunca imaginei que um dia ia chegar nesse estágio, sem poder nem sair de casa direito”, relatou.

A equipe de reportagem conversou com familiares que confirmaram a gravidade do caso e reforçaram o pedido de solidariedade. Quem puder ajudar, seja com doações ou oferecendo atendimento médico especializado, pode entrar em contato com a família de Dona Vilma.

O caso comoveu vizinhos e moradores da comunidade, que também pedem atenção das autoridades de saúde e do poder público para situações como essa, onde a falta de acesso ao tratamento pode custar vidas.

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