Criança é baleada durante ataque de pistoleiros em condomínio fechado na zona Norte de Manaus

Criança de 7 anos é baleada durante ataque a tiros contra moradora de condomínio na zona Norte de Manaus.
Redação Imediato Online
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Manaus – Uma mulher identificada até o momento como Michele Paz, acabou sendo vítima de um ataque de pistoleiros que vitimou a filha dela, de apenas 7 anos de idade, e também um de seus seguranças particulares. O crime aconteceu na noite desta terça-feira (7), em um condomínio situado na rua Comendador José Cruz, no bairro Lago Azul, zona Norte da capital.

Michele é moradora da torre 14 no condomínio, e também é popularmente conhecida por ser esposa do traficante, já assassinado, Rogério Jeremias de Simone, 41 anos de idade. O criminoso foi encontrado morto em fevereiro de 2018 e deste então Michele mora com a filha do casal no condomínio onde o crime aconteceu.

A mulher chegava no condomínio fechado por volta das 19h30 quando foi surpreendida por três suspeitos ainda não identificados que aguardavam Michele na portaria. O trio deu início a uma chuva de tiros contra Michele que chegava acompanhada da filha e dos seguranças particulares. Alguns dos tiros atingiram um dos seguranças particulares e também a perna da criança.

De acordo com a 26ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), um dos três pistoleiros também foi atingido por um tiro disparado pelos seguranças de Michele. Os três baleados foram encaminhados ao Hospital e Pronto Socorro Delphina Aziz e não correm risco de morte. Após os procedimentos médicos o pistoleiro atingido foi preso e levado ao 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Após o controle da polícia no local, Michele Paz continuou acompanhada de dezenas de viaturas da polícia militar e civil ainda dentro do condomínio. O reforço policial na cena do crime se estendeu por horas com o objetivo de tentar encontrar pelo menos mais um dos suspeitos mas até as 00h nada e ninguém foi encontrado.

Michele deixou o condomínio acompanhada de policiais que faziam a segurança dela até o 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP) onde deve prestar depoimento sobre o caso. O suspeito que já vai preso também deve colaborar com a polícia civil no processo de investigação do caso.

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