Moradores do bairro Armando Mendes, na Zona Leste de Manaus, enfrentam há cinco meses uma situação crítica na Rua Castro Alves, onde um igarapé próximo a residências está causando alagamentos e risco de desabamento. A moradora Mariane relatou que o problema, agravado por chuvas, já resultou em rachaduras em sua casa e prejuízos financeiros.
Apesar de ofícios enviados à Prefeitura de Manaus, nenhuma solução foi apresentada até o momento.
O Problema
Mariane descreveu que o igarapé, localizado ao lado de sua residência, transborda durante as chuvas, invadindo casas e causando danos estruturais. “Minha casa está rachando, o muro está cedendo, e formou um buraco imenso. Já reformei o pátio por causa disso”, afirmou.
A situação é tão grave que o terreno sob o muro está oco, aumentando o risco de colapso. Vídeos e fotos mostram a área alagada, com água invadindo as residências e comprometendo a segurança dos moradores.
Reivindicações Ignoradas
A moradora procurou o distrito e a Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), mas recebeu como resposta que “há outras prioridades”. “Pago IPTU, água, luz, mas onde está nossa prioridade? A Prefeitura só espera algo grave acontecer”, desabafou Mariane.
Ela também tentou contato com o prefeito David Almeida e outras autoridades via redes sociais, sem sucesso. O vereador Rodrigo Guedes enviou um ofício à Seminf, mas a situação permanece sem resolução.
Impacto na Comunidade
O problema afeta não apenas Mariane, mas outros moradores da redondeza, que enfrentam prejuízos e insegurança. “É muito ruim construir um patrimônio e viver com medo de perdê-lo”, disse a moradora, que destacou a preocupação constante, especialmente durante chuvas.
A mãe de Mariane, de 67 anos, vive angustiada com o risco de desabamento do muro. A comunidade cobra ações urgentes, como a canalização do igarapé e a recuperação da estrutura danificada.Apelo por Solução Mariane fez um apelo à Prefeitura: “Pelo amor de Deus, venham resolver essa situação. Está tirando meu sono e sossego”.
A equipe do site Imediato visitou o local pela segunda vez para documentar o problema, reforçando a necessidade de intervenção imediata. “A Seminf precisa mandar uma equipe para avaliar e resolver isso antes que algo pior aconteça”, afirmou a repórter.