Professor de Jiu-Jitsu é preso por suspeita de estupro de uma adolescente no Armando Mendes

Professor de jiu-jitsu é preso por suspeita de estuprar adolescente no Amazonas.
Redação Imediato Online
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

Manaus (AM) – Um caso chocante de violência sexual veio à tona no bairro Armando Mendes, Zona Leste de Manaus, no último domingo (20/4). Reinaldo Pereira, professor de jiu-jitsu, foi preso em flagrante pela Polícia Civil, suspeito de estuprar uma adolescente de 14 anos. A investigação está sob responsabilidade da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA).

Segundo informações fornecidas pela família da vítima, o crime ocorreu por volta das 14h, quando a jovem entregava um bolo na mesma rua onde o suspeito reside, nas proximidades do terminal de ônibus 535. A entrega não tinha qualquer ligação com o acusado, mas ele teria abordado a adolescente, cometendo o abuso, conforme relato da denúncia. Abalada, a vítima procurou os familiares e revelou o ocorrido.

Indignados, os parentes da jovem foram até a casa do suspeito, onde o encontraram deitado em uma rede, aparentemente alheio à gravidade do ato. A família conseguiu contê-lo até a chegada da polícia, que realizou a prisão imediata. A adolescente foi encaminhada ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames que possam confirmar a violência sexual. Imagens divulgadas pelas autoridades mostram o momento em que o acusado, sob custódia, chega à DEPCA para os procedimentos legais.

Reinaldo Pereira ministrava aulas de jiu-jitsu em um espaço alugado no bairro Armando Mendes, atendendo alunos de diversas idades, incluindo crianças e adolescentes. A proximidade com menores de idade levantou preocupações entre as autoridades, que agora investigam a possibilidade de outras vítimas. A Polícia Civil reforça a importância de pais e responsáveis dialogarem com seus filhos que frequentaram ou ainda frequentam as aulas do suspeito, alertando para a necessidade de relatar qualquer comportamento inadequado.

O caso, que chocou a comunidade local, segue em sigilo para proteger a identidade da vítima e garantir o andamento das investigações. As autoridades pedem que qualquer informação relevante seja comunicada à DEPCA, para auxiliar na apuração do crime e na identificação de possíveis outros casos envolvendo o acusado.

Foto: Reprodução

Carregar Comentários