VEJA VÍDEO: policial penal é morto ao tentar impedir assalto em comércio

Policial penal é morto ao tentar intervir em assalto a depósito de bebidas no Rio de Janeiro; caso reacende debate sobre violência nas comunidades.
Redação Imediato Online
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O policial penal Henry dos Santos Oliveira , de 51 anos, foi morto ao tentar intervir em um assalto a um depósito de bebidas na Rua São Benedito, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro. O crime foi registrado pelas câmeras de segurança do estabelecimento e gerou grande comoção na região.

De acordo com relatos do HD Depósito de Bebidas , local do crime, o agente confundiu as armas reais dos criminosos com réplicas conhecidas como “arminhas de gel”, brinquedos populares entre jovens em comunidades cariocas. Nas imagens, é possível ver Henry chegando ao local em uma motocicleta. Ao perceber o assalto, ele saca sua pistola e tenta intervir, acreditando que os assaltantes estavam portando as armas de brinquedo.

No entanto, os criminosos — que usavam uniformes de agentes de trânsito como disfarce — eram armados com revólveres de verdade. Assim que notaram a ocorrência do policial, dispararam contra ele. Henry foi atingido por quatro tiros e morreu no local. Após o crime, os assaltantes fugiram levando mercadorias do depósito.

Investigação em Curso
A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu as investigações e informou que busca imagens adicionais de câmeras de segurança e testemunhas para identificar os autores do crime. Em nota, a Polícia Civil declarou:

“A Delegacia de Homicídios investiga a morte de Henry dos Santos Oliveira, ocorrida durante uma tentativa de assalto a um depósito de bebidas. Também apuramos que uma segunda vítima ficou ferida, sem gravidade, no local.”

O caso reacendeu debates sobre a insegurança nas comunidades e o uso de artifícios, como uniformes falsos, por criminosos para ludibriar suas vítimas.

O episódio deixa um rastro de luto na comunidade local, enquanto familiares, amigos e colegas de profissão aguardam respostas sobre a autoria do crime e esperam por justiça.

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