Caso Clisia: corpo de amazonense encontrada morta em São Paulo é enterrado sob pedidos de justiça

Corpo de amazonense encontrada morta em São Paulo é enterrado sob pedidos de justiça pela família e comunidade local.
Redação Imediato Online
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O corpo de Clisia Lima da Silva, de 35 anos, foi sepultado na manhã deste domingo (3) no município de Rio Preto da Eva, a 57 quilômetros de Manaus. A amazonense foi encontrada morta em São Paulo nesta semana, com os pés e mãos amarrados, e seu enterro foi marcado por grande comoção entre familiares e amigos.

O velório teve início ainda na madrugada deste domingo (3) , na Funerária Almir Neves, localizada no bairro Centro, na Zona Sul da capital amazonense. Após as últimas despedidas, o cortejo fúnebre seguiu em direção ao cemitério municipal de Rio Preto da Eva, onde Clisia foi sepultada.

O corpo da vítima chegou a Manaus no sábado (2), após um translado realizado pelo Governo do Amazonas. A família de Clisia havia iniciado uma campanha online para arrecadar R$ 20 mil, valor necessário para custear o transporte do corpo, porém o valor arrecadado chegou aos R$ 18 mil.

Durante o enterro, familiares e amigos clamaram por justiça, reforçando a dor pela perda de uma vida que foi abruptamente interrompida. A comunidade local se uniu em solidariedade, mostrando que a tragédia afetou não apenas a família, mas toda a cidade de Rio Preto da Eva, que se despediu de Clisia com amor e respeito.

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Suspeito do crime está preso

Edson Fernando Cardoso, de 36 anos, foi preso na última quinta-feira (31/10) na cidade de Extrema, em Minas Gerais. Ele é o namorado de Clisia e é apontado como o principal suspeito do feminicídio. Com a prisão preventiva decretada, Edson permanece à disposição da Justiça. Os dois já compartilhavam o relacionamento há cerca de 2 meses.

A trágica morte de Clisia Lima da Silva levanta novamente a discussão sobre a violência contra a mulher, um problema grave que afeta muitas famílias no Brasil. O caso de Clisia não apenas destaca a necessidade de ações mais efetivas de combate ao feminicídio, mas também a importância da solidariedade comunitária em momentos de crise.

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