A Potássio do Brasil recebeu mais 21 licenças, completando assim todas as autorizações necessárias para a instalação da mina no Projeto Potássio Autazes, localizado a 113 km de Manaus, no município de Autazes. As licenças foram concedidas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), órgão responsável pelo Licenciamento Ambiental no âmbito do Governo do Estado do Amazonas.
Essas licenças incluem autorizações para supressão vegetal, reposição florestal, captura, coleta e transporte de fauna silvestre, e terraplanagem do Terminal de Minério e do Porto. A aprovação dessas etapas é essencial para o início das obras que permitirão a implementação do complexo, incluindo a construção de uma planta de beneficiamento para a produção de cloreto de potássio, um insumo vital para o agronegócio mundial.
O presidente da Potássio do Brasil, Adriano Espeschit, ressaltou que o Projeto Potássio Autazes está avançando de forma positiva, cumprindo todos os requisitos legais, e já está trazendo benefícios para a comunidade local, com a geração de empregos diretos e indiretos. Ele também destacou a importância estratégica do projeto para a independência do Brasil no mercado de fertilizantes e seu alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, como a erradicação da pobreza e a redução da fome global.
Com a obtenção dessas últimas licenças, o projeto segue para a próxima fase, que inclui a construção de uma estrada e de um porto de embarque para escoar a produção de potássio. Durante a fase de implementação, prevista para durar quatro anos e meio, estima-se a criação de até 4,2 mil empregos diretos e 16 mil indiretos. Quando estiver em plena operação, a mina de Silvinita deverá gerar 1,3 mil postos de trabalho diretos e mais de 17 mil empregos indiretos nos próximos anos, contribuindo significativamente para o desenvolvimento regional e nacional.
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*Com informações do site O Poder