A decisão de proibir coligações com certos partidos políticos no Brasil foi fundamentada em razões claras e evidentes, conforme destacado no comunicado oficial. Um dos principais argumentos mencionados foi o exemplo da situação política na Venezuela, onde regime ditatorial é apoiado por partidos que também têm representação no Brasil. O objetivo declarado é evitar que o Brasil siga o mesmo caminho.
A nota emitida pela ala nacional do partido solicita que qualquer pessoa que identifique coligações consideradas irregulares, ou seja, contrárias à orientação do partido, faça uma denúncia até 15 de agosto. Isso se justifica pela complexidade de monitorar todas as atividades políticas nos mais de 5.500 municípios do país, visando assegurar a execução eficaz da decisão de proibição. As denúncias serão analisadas pelas estruturas partidárias correspondentes, que tomarão as medidas necessárias.
A proibição tem sido seguida pelos diretórios estaduais do partido, incluindo o presidente do PL em Minas Gerais, o deputado federal Domingos Sávio, que emitiu um comunicado semelhante. Ele afirmou claramente que não será permitida a coligação com a Federação PT, PCdoB e PV.
O presidente estadual justificou a decisão com base na coerência nacional do partido, seus princípios éticos e em resposta às exigências da comunidade política e das lideranças internas. Ele alertou que qualquer descumprimento dessa determinação resultará na invalidação da convenção e na destituição da Comissão Provisória do município em questão.