Recentemente, o Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (Norad) interceptou quatro aeronaves russas e chinesas que estavam sobrevoando a Zona de Identificação de Defesa Aérea do Alasca, sem entrar no espaço aéreo dos Estados Unidos. O Norad, administrado conjuntamente pelos Estados Unidos e Canadá, monitora e responde a esses tipos de incursões para garantir a segurança nacional.
As aeronaves identificadas foram modelos TU-95 russos e PRC H-6 chineses. Apesar da interceptação, as autoridades do Norad esclareceram que não consideraram essa atividade como uma ameaça direta. Voos russos sobre essa região não são incomuns, mas é essencial que qualquer aeronave que se aproxime da Zona de Identificação de Defesa Aérea do Alasca seja prontamente identificada por questões de segurança.
No domingo anterior, a Rússia também relatou a interceptação de dois bombardeiros estratégicos B-52H da Força Aérea dos EUA perto da fronteira russa no Mar de Barents. Essas operações fazem parte das atividades regulares dos EUA sobre águas internacionais, conduzidas de acordo com o direito internacional. No entanto, as tensões têm aumentado, com Moscou advertindo sobre possíveis confrontos militares diretos em resposta a essas manobras, especialmente sobre o Mar Negro, onde voos de drones americanos têm ocorrido.