No bairro Barão do Amapá, em Duque de Caxias, os moradores da Rua da Petrobras enfrentam uma situação peculiar e preocupante. Para resolver o antigo problema dos buracos na via, foram utilizadas lápides de cemitério e pedaços de mármore para o tapamento. A origem desse material é desconhecida, gerando ainda mais mistério e preocupação entre os residentes.
As lápides quebradas exibem nomes de pessoas, datas de nascimento e de morte, espalhadas por vários pontos da estrada. Essa prática improvisada tem alarmado os moradores, especialmente devido aos potenciais riscos à saúde, como infecções, além dos perigos físicos, especialmente para as crianças que frequentemente brincam na rua.
A área é de responsabilidade da Transpetro, mas os moradores afirmam que o local está abandonado há bastante tempo, intensificando a sensação de descuido e desamparo. O impacto visual e emocional dessas lápides em um ambiente urbano também é motivo de desconforto para muitos.
“É uma preocupação constante, especialmente pelas crianças que brincam aqui. Essa solução é totalmente inadequada e traz riscos que não podemos ignorar”, lamenta Dayana Pereira, entregadora na região.
Maria Cristina Antônia Aquino, dona de casa local, concorda: “Essa situação piorou a condição da rua, e passar por aqui agora se tornou ainda mais desagradável e perigoso, especialmente com o tráfego de veículos“.
A comunidade espera uma resposta das autoridades competentes para resolver esse problema de maneira adequada e segura, garantindo a saúde e o bem-estar de todos os moradores, em especial das crianças que merecem um ambiente seguro para suas atividades cotidianas.