Caso Djidja: defesa alega que Polícia Civil poderia ter salvo a vida de ex-sinhazinha com a prisão

Defesa alega que Polícia Civil poderia ter evitado morte de ex-sinhazinha em caso de uso ilegal de drogas.
Redação Imediato Online
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Na manhã deste domingo (2), as advogadas de defesa de Ademar Cardoso, Cleusimar Cardoso e Verônica Seixas concederam uma coletiva de imprensa para esclarecer alguns detalhes sobre o grupo que foi preso por compra e uso ilegal de ketamina. Segundo a advogada, caso a Polícia Civil do Amazonas, por meio do delegado Cícero Túlio do 1º Distrito Integrado de Polícia, tivesse agido mais rapidamente na deflagração da operação, Djidja Cardoso estaria presa e não teria morrido aos 32 anos na última terça-feira (28).

A advogada Nauzila Campos, durante sua fala na coletiva que aconteceu na frente do Salão de Beleza da família Cardoso, disse que caso a Polícia Civil do Amazonas tivesse deflagrado a Operação Mandrágora semanas antes, a vida de Dilemar Cardoso, que faleceu de forma prematura aos 32 anos por uso abusivo da substância ketamina, poderia ter sido salva.

“A prisão salvou a família, a prisão salvou os três (Ademar, Cleusimar e Verônica) e é verdade. E digo mais, se essa operação do delegado Cícero Túlio do 1º DIP tivesse sido deflagrada semanas antes, a Djidja estaria viva, presa, porém viva”, disse Nauzila.

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