A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu um casal de cafetões responsável por gerenciar uma casa de prostituição. O casal agia através de um aplicativo de mensagens onde convidada novas garotas de programas. Em uma das conversas que a policia teve acesso, a cafetina dizia que “novata é melhor ainda” e que “tem muito cliente fixo”.
A casa de prostituição funcionava nos fundos da própria residência do casal, onde moravam com a filha adolescente, em Ceilândia. A prisão foi realizada nesta sexta-feira (17) através da Operação Brothel.
“Aqui é uma casa de site, bastante antiga, com bastante cliente de porta”, disse a cafetina enquanto tentava convencer a garota a iniciar na casa.
A rotina das meninas era ditada pelas regras da casa, elas poderiam passar um dia ou o fim de semana e o pagamento era recebido no momento que saíam do local. Os lucros eram divididos em 50% entre patrão e funcionárias. No momento da prisão, a polícia encontrou 8 meninas com idade entre 22 e 34 anos, além de porções de maconha e pinos de cocaína.
Segundo a Polícia Civil do DF, o valor cobrado por cada programa era de R$100 por 30 minutos e R$ 150 por uma hora. A agenda era organizada pelo casal que atendiam cerca de 10 “clientes” por dia. Ainda segundo as meninas, o casal incentivava elas a oferecer drogas durante o “atendimento”