PAÍS | O ex-jogador Marcelinho Carioca e uma amiga foram sequestrados no sábado (16), enquanto passavam por um baile funk próximo a Itaquaquecetuba, cidade onde ambos trabalharam na Secretaria de Esporte e Lazer.
Segundo a Prefeitura de Itaquaquecetuba, Marcelinho era chefe da pasta, mas não faz mais parte da administração do município “há meses”.
Marcelinho e a amiga, Taís Moreira, ficaram cerca de 48 horas sob poder de criminosos. Durante o cárcere, as vítimas teriam sido obrigadas a gravar um vídeo no qual afirmam ter um romance. O registro tinha como objetivo despistar os policiais, segundo o diretor do Dope (Departamento de Operações Policiais Estratégicas), Paulo Pilz.
“Com a repercussão [do caso], eles libertaram o Marcelinho. Já iam soltar, tanto que gravaram aquele vídeo com a intenção de soltar e dissimular que era o marido que estava sequestrando com a intenção da polícia ir para cima do marido”, explica Piltz.
Nas redes sociais, Marcelinho disse nesta terça-feira (19) que foi atacado pelos suspeitos no momento em que passava por um baile funk. O ex-jogador afirma que desceu do carro para cumprimentar os populares que o reconheceram no automóvel de luxo.
“Naquele baile funk, o fluxo, passando várias pessoas. Quando saí para cumprimentar todo mundo, já vieram três armados, desesperados, colocando pessoas dentro do carro”, relembra o ex-jogador.
Até o momento, cinco pessoas foram presas pelo crime. A Polícia Civil de São Paulo procura por outros suspeitos.
Foto: REprodução / Instagram @marcelinhocarioca / Reprodução – Threads – Taís Moreira
*Com informações do R7