MANAUS-AM | Durante coletiva de impressa, na noite desta quarta-feira (09), a Polícia Civil do Estado do Amazonas (PC-AM) informou que Gil Romero Machado Batista, suspeito de matar a jovem grávida Débora da Silva Alves, de 18 anos, confessou o crime durante depoimento na delegacia.
“Durante o primeiro interrogatório do Gil que ocorreu no estado do Pará, ele deu uma versão de que de fato pegou a jovem para falar sobre a paternidade e que iria comprar o berço do bebê, o mesmo teria levado a vítima para o local onde trabalhava”, disse a delegada Débora Barreiros.
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Ainda de acordo com a delegada, o suspeito que deixou Débora com o segundo envolvido no crime, José Nilson, que foi preso no dia 4 deste mês, e que o mesmo estaria em companhia de uma terceira pessoa ainda não identificada.
“Com a chegada do inspetor da usina ele precisou esconder a jovem junto com o José e essa terceira pessoa dentro do galpão. Em seguida ele foi fazer o seu trabalho que era acompanhar esse inspetor. Ele conta que esse inspetor ficou na usina fazendo uma ronda junto a outros vigilantes por cerca de 3 horas e quando retornou ao galpão essa jovem já estaria morta”, detalhou.
“A morte de Débora teria acontecido com o José e o terceiro elemento. Naquele momento ele disse que se desesperou, mas mandou que dessem um jeito naquela situação, pois no dizer dele a ordem que ele tinha dado para José era que desse um corretivo nessa jovem, para que ela parasse de dizer que estava grávida dele, pois ele era casado”, acrescentou.
Segundo a delegada, Gil teria pago R$ 500 para Débora ser submetida ao “corretivo”.
A versão apresentada por Romero é contrária ao depoimento de José, que acusa Gil de matar Débora e forçá-lo a participar da ocultação do corpo.
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