Delegado-geral adjunto dá detalhes sobre a investigação da morte de Aldeney Goes

Delegado-geral adjunto detalha investigação sobre a morte do delegado Aldeney Goes em farmácia no Pará.
Redação Imediato Online
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Manaus – AM | Equipes da Polícia Civil do Amazonas retornaram de Belém após ajudarem na investigação do assassinato do delegado da Polícia Civil do Amazonas, Aldeney Goes Alves, que ocorreu na sexta-feira (28) dentro de uma farmácia no Pará.

Durante as investigações, os dois suspeitos que aparecem nas imagens, Deyvide José Santos, vulgo “Jereba”, e Mikael Gustavo Moraes de Souza, vulgo “Louco”, foram presos. Além deles, Celio Barbosa Carvalho, vulgo “Espoca”, e sua companheira Kelri Neves Machado, foram presos por abrigar Mikael em fuga.

O delegado-geral Adjunto, Bruno Fraga, afirmou que a motivação e os autores foram desvendados e, na apuração dos fatos, descobriu-se que os suspeitos já haviam cometido crimes semelhantes.

“Foi um latrocínio. A autoria do crime e toda a dinâmica foi desvendada, eles são organizados para fazer esse tipo de crime, já cometeram outros crimes semelhantes, como mesmo tipo de execução. A polícia do Pará já vem realizando essas investigações. Eles (os suspeitos) viram o cordão do nosso colega e foram para tentar assaltar. No momento em que foram abordá-lo, ele (o delegado) por instinto fez a contenção da arma e perceberam que ele tava armado. Nesse lapso, que foi muito rápido, um dos bandidos que estava nas costas dele já começou a atirar, então ele foi alvejado pelas costas e o outro continou atirando”, disse.

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