A Polícia Civil de Rondônia concluiu o inquérito que investigou o latrocínio de Poliana Gonçalves, ocorrido em 18 de março de 2026, em Machadinho D’Oeste. Ao longo da apuração, cinco pessoas foram identificadas como investigadas por possível envolvimento no crime.
A investigação, conduzida pela Delegacia de Polícia Civil do município, buscou reconstruir a dinâmica do homicídio e individualizar a participação atribuída a cada um dos investigados.
Investigação reuniu diferentes provas
Para esclarecer o caso, os investigadores cruzaram informações obtidas por meio de depoimentos, imagens de câmeras de segurança, exames periciais, movimentações financeiras e impressões digitais encontradas na residência da vítima.
Também foram analisados dados relacionados ao uso do chip telefônico de Poliana e tentativas de acesso às contas digitais da vítima após sua morte.
Segundo a Polícia Civil, o conjunto dessas informações permitiu avançar na identificação dos envolvidos e no detalhamento das condutas atribuídas a cada investigado.
Três estão presos
Dos cinco investigados apontados no inquérito, três estão vivos e sob prisão preventiva. Entre eles está J.V.S.G., irmão de Poliana, preso no dia 24 de setembro de 2026, após o cumprimento de um mandado judicial em Jaru.
Os outros dois investigados identificados pela polícia morreram durante o andamento das investigações.
A prisão do irmão da vítima já havia sido divulgada pela Polícia Civil. Na ocasião, as autoridades não detalharam publicamente os elementos que levaram à suspeita de participação dele, em razão do sigilo do caso.
Inquérito foi encaminhado à Justiça
Com a conclusão das diligências, a Polícia Civil finalizou o inquérito com o conjunto de provas reunido durante a investigação e o encaminhou ao Ministério Público de Rondônia, para as providências cabíveis.
A conclusão do inquérito representa o encerramento da fase investigativa pela Polícia Civil. A eventual responsabilidade criminal dos investigados será analisada no âmbito do sistema de Justiça.
