Vala a céu aberto e área abandonada geram reclamações de moradores há 30 anos em Porto Velho

Terreno entre quatro ruas acumula mato, mau cheiro e esgoto, enquanto comunidade cobra limpeza, canalização e revitalização do espaço
Redação Imediato Online
ouça este conteúdo
00:00 / 00:00
1x

O que deveria ser uma área verde destinada à convivência da comunidade se transformou em um ponto de abandono e preocupação para moradores de Porto Velho. Há cerca de três décadas, um terreno localizado entre as ruas Caracol, Arruda, São Sebastião e Alfazema convive com problemas que, segundo moradores, nunca foram solucionados de forma definitiva.

O principal problema é uma grande vala tomada pelo mato, que atravessa a área e, conforme relatos da vizinhança, provoca forte mau cheiro. A presença de água e resíduos também aumenta a preocupação dos moradores com as condições de saúde e segurança do local.

A situação chama ainda mais atenção pela proximidade com instalações da Caerd. Moradores relatam preocupação com a convivência entre a estrutura de abastecimento de água e uma área onde há acúmulo de resíduos e água a céu aberto.

Campo de futebol também está abandonado
Outro ponto que preocupa a comunidade é o campo de futebol existente no terreno. Sem manutenção, o espaço está tomado pela vegetação e deixou de cumprir a função de área de lazer para os moradores.

Segundo relatos, ao longo dos anos algumas ações de limpeza chegaram a ser realizadas, mas os serviços não teriam sido concluídos ou não tiveram continuidade. Com isso, a área voltou a apresentar sinais de abandono.

Comunidade cobra solução definitiva
Os moradores defendem que o problema seja tratado de forma definitiva, com a canalização da vala, limpeza completa da área e revitalização do campo de futebol.

A expectativa da comunidade é que o terreno possa voltar a ser utilizado com segurança e se transforme em um espaço de convivência e lazer.

Além da limpeza, os moradores cobram uma avaliação técnica das condições da vala e dos impactos provocados pelo acúmulo de água e resíduos, especialmente diante da proximidade com estruturas de abastecimento.

A comunidade espera que os órgãos responsáveis realizem uma vistoria no local e apresentem uma solução para um problema que, segundo os moradores, se arrasta há décadas.

Carregar Comentários