VEJA VÍDEO: Empresária agride marido após funcionárias denunciarem suposto assédio dentro de loja

As denúncias feitas durante a discussão ainda não foram oficialmente apuradas pelas autoridades competentes.
Redação Imediato Online
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Vídeos que circulam nas redes sociais mostram uma intensa discussão entre um casal e uma funcionária de uma loja localizada no bairro Bosque, em Rio Branco, no Acre. As imagens ganharam grande repercussão após uma empresária, proprietária do estabelecimento, agredir o marido durante uma conversa em que uma colaboradora denunciou supostos episódios de assédio e perseguição praticados pelo homem.

De acordo com os relatos apresentados no vídeo, a empresária inicialmente acreditava que o marido estaria mantendo um relacionamento extraconjugal com uma das funcionárias. No entanto, durante a discussão, a colaboradora afirmou que, na realidade, vinha sendo vítima de assédio por parte do patrão há meses.

Emocionada, a funcionária relatou que continuava trabalhando na empresa por necessidade financeira, já que precisava arcar com as parcelas de um apartamento. Ela também relembrou uma viagem de trabalho realizada no ano passado, quando, segundo seu relato, passou a receber mensagens insistentes enviadas pelo chefe.

“O tanto que você deu em cima de mim! O inferno que eu vivi aqui”, disse a atendente durante a discussão.

Após ouvir o depoimento da funcionária, a empresária mudou sua postura, pediu desculpas à colaboradora e demonstrou solidariedade.

“Me perdoe, eu quero que você me entenda como mulher”, afirmou antes de partir para cima do marido, chamando-o de “vagabundo”.

Durante a confusão, a empresária também declarou que já teria sido agredida pelo companheiro e fez uma grave acusação ao afirmar que sofria ameaças de morte.

“Se eu aparecer morta, todo mundo está de prova que foi ele quem me matou, porque ele me ameaça de morte”, declarou.

Até o momento, não há confirmação de registro de boletim de ocorrência relacionado ao caso, nem manifestação pública dos envolvidos sobre as acusações. As denúncias feitas durante a discussão ainda não foram oficialmente apuradas pelas autoridades competentes.

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