São Paulo, 25 de junho de 2026 – O seguro de Vida atua como um instrumento de
proteção financeira tanto para o segurado quanto para a sua família, em diversos tipos
de situação que podem interferir na manutenção do padrão de vida, entre elas invalidez
ocasionada por algum tipo de acidente e, até mesmo, em caso de doenças graves. A
sociedade, que antes via o produto com tabu por ser automaticamente associado à
morte, tem demonstrado cada vez mais interesse por esse tipo de proteção. Somente
no Norte, a Allianz Seguros registrou, em 2025, um aumento de 11,5% em faturamento
no seguro de Vida sobre 2024.
Os destaques ficaram com os estados de Pará, Rondônia e Amazonas, onde a
companhia cresceu acima do mercado. Enquanto na primeira localidade a alta do setor
foi de 6%, a seguradora avançou mais que o dobro (13%). Já na segunda, os índices
foram ainda mais expressivos, com um incremento de 18% contra o avanço de 6% do
mercado geral. Na terceira, a alta foi de 12%, superando os 6% alcançados pelo
segmento. O desempenho positivo se manteve nos quatro primeiros meses de 2026,
quando a companhia cresceu 11% na região, enquanto o mercado registrou alta de
10%. Nas três praças analisadas, a Allianz segue com resultados positivos. No Pará, a
seguradora avançou 26,5% e, em Rondônia, o crescimento chegou a 15%. Já no
Amazonas, o desempenho permaneceu nos dois dígitos (12%) em comparação ao
mesmo período do ano anterior.
Na análise de Eduardo Fazio, diretor Comercial Regional Norte e Nordeste da Allianz
Seguros, sobretudo após a pandemia, a sociedade passou a enxergar o seguro de Vida
como uma ferramenta ampla.
“Ele possibilita que, caso o provedor de uma família seja diagnosticado com uma doença grave ou venha a falecer, seus familiares sigam com uma condição financeira semelhante àquela que tinham antes, ou seja, com uma renda que supra à sua estrutura familiar, rotina, moradia, alimentação e saúde, até que possam se reestabelecer”, diz.
De acordo com o executivo, a expansão do emprego formal também ajuda a explicar o
avanço do seguro de Vida, especialmente na modalidade Coletiva, frequentemente
oferecida pelas empresas como benefício corporativo. Em 2025, a região Norte registrou
um crescimento de 3,8% no número de empregos com carteira assinada, com saldo
superior a 90,6 mil novas vagas formais, segundo o Cadastro Geral de Empregados e
Desempregados (Novo Caged).
Vida Individual ou Coletivo?
Embora o seguro de Vida Coletivo represente uma importante porta de entrada para a
proteção financeira, Eduardo Fazio destaca a importância de aderir também ao seguro
de Vida Individual como complemento à modalidade Coletiva, por dois motivos. “O
volume contratado e disponibilizado no seguro de Vida oferecido pelo empregador pode
não estar plenamente alinhado à renda familiar do funcionário. Por isso, é importante
que as pessoas também contem com um seguro de Vida Individual que esteja
condizente ao seu contexto familiar e estrutura financeira, em caso, por exemplo, de
uma doença grave ou de falecimento do provedor. Além desse ponto, caso esse
colaborador deixe de trabalhar na empresa ou opte por uma carreira autônoma, ele
continua protegido de forma adequada.”
Diante das diferentes possibilidades de cobertura existentes no mercado, o diretor da
Allianz reforça que o suporte do corretor de seguros é essencial para que o cliente
encontre uma solução compatível com o seu perfil e as suas necessidades. “Mais do
que contratar um produto, o consumidor precisa entender qual nível de proteção faz
sentido para a sua realidade e para a sua família”, conclui.
Sobre a Allianz Seguros
No Brasil há 120 anos, a Allianz Seguros atua em Ramos Elementares e Vida e está
presente em todo o território nacional, por meio de 63 filiais, 45 assessorias e mais de
36 mil corretores de seguros.
Com foco em desenvolvimento sustentável e ações de longo prazo, desde 1995 um
grupo de colaboradores criou a ABA — Associação Beneficente dos Funcionários do
Grupo Allianz, que já atendeu mais de 10 mil crianças e adolescentes da Comunidade
Santa Rita (zona Leste de São Paulo), por meio de atividades complementares à
educação formal, como artes, esportes e inclusão digital.