Localizado em uma área estratégica da capital paraense, o parque foi projetado para integrar mobilidade, lazer e valorização ambiental. Com ciclovias, áreas de convivência, iluminação pública e equipamentos urbanos, a obra foi apresentada como um dos principais legados da conferência climática que será sediada em Belém. Apesar da proposta ambiciosa, moradores e frequentadores relatam problemas crescentes. Entre as principais queixas estão o desaparecimento de equipamentos, lixeiras danificadas, falhas na iluminação e acúmulo de lixo em diferentes trechos. A falta de manutenção contínua tem contribuído para a deterioração da estrutura, comprometendo o uso do espaço pela população.
Com menos circulação de pessoas, o espaço entra em um ciclo de esvaziamento e vulnerabilidade. Frequentadores relatam evitar o local em horários de menor movimento, o que reforça a sensação de insegurança.
A entrega do parque fazia parte de um conjunto de obras estruturantes associadas à realização da COP 30 em Belém. A expectativa era que o espaço se tornasse um exemplo de requalificação urbana alinhada a princípios de sustentabilidade.
Nossa equipe aguarda posicionamento da prefeitura de Belém.