Manaus pulsa entre o concreto e a floresta, entre a urgência das águas e a lentidão das decisões. Em meio a essa cidade marcada por contrastes, nasce uma trajetória que revela como técnica, vocação e sensibilidade podem caminhar juntas na construção de um projeto de poder — e de humanidade. É nesse contexto que o nome Flávio Antony surge como um dos protagonistas mais discretos, porém determinantes, dos últimos anos na política e na gestão pública do Amazonas.
Filho da terra, moldado entre livros de Direito e conversas de família, Flávio compreendeu cedo que leis não são apenas normas — são histórias. Histórias de gente comum, com sonhos e dores, que dependem das instituições para ter voz. E foi com essa escuta aguçada que ele trilhou um caminho que o levou dos bancos da universidade até os corredores silenciosos e decisivos da Casa Civil do Governo do Estado.
Durante entrevista exclusiva ao programa Conversa Política, que vai ao ar neste domingo, dia 04 de maio, às 21h, pela RND TV no YouTube e pelas redes do portal O Poder e do site Imediato, Flávio revisita com emoção sua infância em Manaus, sua formação como advogado e a escolha pela gestão pública como missão, não como estratégia. “A técnica me trouxe até aqui. Mas o que me move… sempre foi servir”, afirma, com a calma de quem já enfrentou pressão, julgamentos e decisões difíceis — e não perdeu o eixo.
Com passagens pela ADS (Agência de Desenvolvimento Sustentável) e pela Casa Civil, Flávio Antony tornou-se uma peça-chave da engrenagem estatal. Articulador habilidoso, com fala serena e postura discreta, ele foi responsável por equilibrar tensões políticas e transformar metas em ações — nem sempre sob os holofotes, mas sempre no centro das decisões.
Em meio a reconhecimentos públicos e críticas políticas, ele afirma manter o foco: “Construir pontes entre o jurídico e o humano. Essa é a missão.” É essa ponte que agora ele quer atravessar rumo a um novo desafio: disputar uma vaga de desembargador do Tribunal de Justiça do Amazonas, pelo quinto constitucional destinado à advocacia. Um passo que, segundo ele, não abandona a política, mas a transcende. “A toga impõe outra postura, mas carrega o mesmo dever: servir à Justiça, sobretudo onde ela chega com mais dificuldade.”
Diante do cenário político agitado, Flávio não se furta de falar sobre os ataques públicos, as tensões de bastidores e o desafio de se manter ético em meio a jogos de poder. Sem fazer da exposição um espetáculo, ele deixa claro que sabe o que representa — e o que ainda quer representar: “Quero deixar um legado de escuta e de equilíbrio institucional. É isso que espero construir no Tribunal, se esse novo capítulo se abrir.”
Ao final da entrevista, fica uma certeza: nem todo poder grita. Alguns constroem em silêncio.
Flávio Antony é prova disso. Um homem que caminha entre o técnico e o político, mas que carrega nas palavras — e nos atos — a intenção genuína de melhorar a vida de quem está do outro lado da decisão.
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