Semana Santa aquece vendas de peixes na Feira da Manaus Moderna

Feira da Manaus Moderna registra aumento nas vendas de peixes durante a Semana Santa, mantendo tradição católica e atendendo consumidores locais e turistas.
Redação Imediato Online
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Por Heloisa Lima, com imagens de Eduardo Leão – Site Imediato, Edição de Brendo Cidade

Manaus (AM) – Com a proximidade da Semana Santa, a movimentação nas feiras de Manaus, especialmente na tradicional Feira da Manaus Moderna, tem sido intensa desde as primeiras horas da manhã deste sábado (12). Muitos consumidores já antecipam suas compras, respeitando a tradição católica de evitar carne vermelha durante o período e optando pelo consumo de peixe.

O cenário é de bancas lotadas, peixes variados e preços considerados acessíveis tanto pelos consumidores quanto pelos feirantes. Entre as espécies mais procuradas estão tambaqui, jaraqui, mapará, pacu, matrinxã, curimatã, tucunaré e pirarucu – este último muito requisitado, especialmente para receitas como caldeirada, guisado e fritura.

“Já estamos antecipando as compras para evitar o corre-corre do feriado. Está tudo com um preço bom, dá para comprar e ainda sobra para levar o limão e o cheiro-verde”, comentou um dos consumidores. Muitos feirantes também comemoram as vendas. “Graças a Deus está dando para lucrar. O movimento melhorou bastante”, afirmou um comerciante.

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Peixes são vendidos em diversos formatos: inteiros, em postas, moídos ou até mesmo sem espinha, prontos para ir direto à panela. “Aqui temos tambaqui sem espinha a R$ 40, aceitamos cartão, pix, tudo”, afirmou o dono da Banca do Zé Gatinho, uma das mais movimentadas do local.

Além dos consumidores locais, a feira também atrai turistas. Uma visitante de Brasília, que atualmente vive em Roraima, ficou impressionada com a variedade e a cultura da cidade: “Nunca vi tanto peixe junto. Estou amando!”.

Comércio aquecido, preços acessíveis e tradição religiosa mantida — a Feira da Manaus Moderna se transforma, neste período, em um dos maiores pontos de encontro entre cultura, fé e gastronomia amazônica. E tudo isso às vésperas do Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa.

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