A Brazil Potash Corp, listada na NYSE-American, com a sigla GRO, e controladora da Potássio do Brasil Ltda, empresa que desenvolve e constrói o maior projeto de fertilizantes de potássio do Brasil, anunciou esta semana que o seu Presidente do Conselho Administrativo, Mayo Schmidt, juntamente com o CEO Matt Simpson, os diretores Brett Lynch e Peter Tagliamonte se encontraram recentemente com o governador do estado do Amazonas, Wilson Lima, o prefeito de Autazes, Thomé Neto, e o coordenador do Conselho Indígena Mura (CIM), Kleber Mura e representantes das aldeias Mura do município de Autazes, no Amazonas, atendendo a um convite do povo Mura, para discutir o progresso da empresa na construção de seu projeto estratégico de potássio, em Autazes.

O governador Wilson Lima destacou o compromisso do Governo do Amazonas para com a promoção do ‘Potássio Verde’, em Autazes (120 quilômetros de Manaus), aliado ao desenvolvimento social e conservação do meio ambiente. “Nós estamos dispostos a dar todo o apoio para a execução do projeto de exploração de potássio em Autazes. Além do aspecto econômico para tornar o Amazonas uma potência na produção do fertilizante, o nosso principal objetivo é promover o desenvolvimento social, gerando empregos, garantindo a preservação do meio ambiente e dialogando com os povos originários”, destacou o governador.
“Nossa reunião com o governador Lima, o prefeito Thomé Neto e o Conselho Indígena Mura reforça a importância estratégica do Projeto Potássio Autazes para o setor agrícola do Brasil e para a segurança alimentar global”, disse Mayo Schmidt, presidente do Conselho Administrativo da Brazil Potash. “Tendo passado décadas construindo negócios agrícolas de classe mundial, incluindo meus papéis como Presidente e CEO da Nutrien e CEO da Viterra, vejo um tremendo potencial na capacidade da Brazil Potash de estabelecer um fornecimento doméstico crucial de potássio para o setor agrícola do Brasil e reduzir a dependência de importações estrangeiras. Com nossas conquistas recentes, incluindo a obtenção de outorgas para extração de água, um segundo grande memorando de entendimento de compra e o avanço de nossas parcerias com comunidades indígenas locais, estamos bem posicionados para avançar na construção deste ativo estratégico para o setor agrícola do Brasil.”

“Agradecemos o apoio contínuo do estado e do município e a excelente relação que desenvolvemos com o Conselho Indígena Mura à medida que avançamos na construção do que acreditamos ser a principal operação doméstica de potássio do Brasil”, disse Matt Simpson, CEO da Brazil Potash. E continuou “Após a conclusão da Consulta Prévia, que seguiu rigorosamente o Protocolo de Consulta Mura, desenvolvido com base na Convenção 169 da OIT, nossa relação com o povo Mura constituiu-se de forma positiva e construtiva. Esse diálogo resultou na celebração de um Termo Preliminar de Convênio e Cooperação, que reafirma o compromisso da Brazil Potash em respeitar a cultura, os direitos e o desenvolvimento das comunidades indígenas envolvidas.”
“Nossa localização estratégica no estado do Amazonas nos posiciona para nos tornarmos o fornecedor de menor custo para os agricultores brasileiros, ao mesmo tempo em que criamos benefícios econômicos locais significativos por meio da criação de empregos e desenvolvimento de infraestrutura de suporte.” completou Matt.

A agenda da comitiva da Brazil Potash em Manaus e em Autazes, no Amazonas, foi coordenada pelo presidente da Potássio do Brasil, Adriano Espeschit que conduziu a equipe de liderança da Empresa em reuniões com investidores locais e visita aos potenciais fornecedores de serviços que poderão contribuir para o andamento do Projeto Potássio Autazes. Além disso, houve avanços nas conversas em andamento com grupos empresariais sobre o financiamento para o desenvolvimento de linhas de transmissão de energia que darão suporte ao Projeto.
Em Autazes, a comitiva sobrevoou a área onde está sendo construído o Projeto Potássio Autazes e visitou a Casa da Luz da Infância – entidade sem fins lucrativos que realiza trabalho de assistência social de grande impacto e focado no apoio ao desenvolvimento das crianças em situação de vulnerabilidade social no município; A Potássio do Brasil fornece apoio financeiro à esta instituição desde 2014.
Sobre a Brazil Potash
A Brazil Potash (NYSE-American: GRO) (www.brazilpotash.com) está desenvolvendo o maior projeto de potássio do Brasil que fornecerá fertilizantes sustentáveis para um dos maiores exportadores agrícolas do mundo. O Brasil é fundamental para a segurança alimentar global, pois o país tem uma das maiores quantidades de água doce, terras aráveis e um clima ideal para o crescimento das culturas durante todo o ano, mas é vulnerável, pois importa mais de 95% de seus fertilizantes à base de potássio, apesar de ter o que possivelmente seja uma das maiores bacias de potássio inexploradas do mundo em seu próprio quintal.
O potássio produzido será transportado principalmente por meio de barcaças fluviais de baixo custo em um sistema fluvial interior em parceria com a Amaggi (www.amaggi.com.br), uma das maiores produtoras e operadoras logísticas de produtos agrícolas do Brasil. Com uma produção anual inicial planejada de potássio de 2,4 milhões de toneladas curtas por ano, a administração da Brazil Potash acredita que poderia suprir aproximadamente 17% da crescente demanda de potássio no Brasil, com planos futuros de dobrar a produção. A administração prevê que 100% da produção de potássio do Brasil será vendida no mercado interno para reduzir a dependência do Brasil das importações de potássio e, ao mesmo tempo, mitigar aproximadamente 1,4 milhão de toneladas por ano de emissões de GEE.
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