A Polícia Civil de Manaus prendeu na última sexta-feira (22), em Porto Velho, Rondônia, Lucivaldo Melo Castelo Branco Júnior, de 35 anos, suspeito de ser o responsável pelo assassinato do policial militar Goyarmark Loiola de Carvalho, ocorrido em outubro do ano passado. O crime aconteceu no dia 17 de outubro de 2023, no bairro Educandos, zona sul de Manaus, quando o PM estava realizando a segurança de uma churrascaria.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Lucivaldo e um comparsa, ainda não identificado, se aproximaram da vítima. Eles chegaram em uma motocicleta, e o garupa, armado, desceu do veículo e disparou contra o policial, atingindo-o fatalmente na cabeça. O objetivo do crime, segundo a delegada Marília Campêlo, era roubar a arma de fogo do PM, a fim de entregá-la à facção criminosa da qual Lucivaldo fazia parte.

Lucivaldo já tinha um extenso histórico criminal, com passagens por crimes como roubos, tráfico de drogas e adulteração de veículos, e sua função dentro da organização criminosa era cometer delitos para financiar o grupo. Após saber que havia sido identificado pela polícia, o suspeito fugiu, mas foi capturado em Rondônia. Durante o interrogatório, ele se manteve em silêncio e não ajudou nas investigações para localizar o comparsa.
“Ele não resistiu à prisão, mas não colaborou com a polícia na identificação do segundo envolvido”, afirmou a delegada, destacando a importância da colaboração da população para a elucidação do caso. “A identidade do segundo criminoso ainda não foi confirmada, mas ele é o responsável pelos disparos contra o policial”, completou.
Em um apelo à população, a delegada pediu que qualquer informação sobre o comparsa de Lucivaldo fosse repassada de forma anônima. “Quem souber da qualificação e paradeiro desse outro indivíduo, pode enviar uma mensagem para nossa equipe de investigação no WhatsApp 98118-9535 ou ligar para o 181. O sigilo da informação é garantido”, enfatizou.
Com a prisão de Lucivaldo, a polícia agora se concentra na captura do segundo suspeito e no esclarecimento completo do crime que resultou na morte do policial militar. A colaboração da comunidade é essencial para o avanço das investigações.
Pistoleiro foragido
Apesar da prisão de Lucivaldo, a polícia não conseguiu identificar o comparsa, que é considerado o responsável pelos disparos. A delegada Marília Campêlo apelou para a população que fornecesse informações que levem à captura do suspeito. Ela ressaltou que qualquer denúncia pode ser feita de maneira anônima, garantindo o sigilo absoluto.
“Quem souber da qualificação e paradeiro desse indivíduo pode entrar em contato conosco através do WhatsApp 98118-9535 ou pelo número 181. O sigilo da informação será totalmente garantido”, destacou a delegada.
A busca pelo comparsa de Lucivaldo segue em andamento, com a polícia reforçando o pedido de colaboração da comunidade para resolver o caso. A identificação e prisão do segundo envolvido são essenciais para o fechamento das investigações e a responsabilização completa dos criminosos pela morte do policial.