Caso Geovana: Patroa acusada de mandar matar babá é liberada para prisão domiciliar após decisão judicial

Patroa acusada de mandar matar babá é liberada para prisão domiciliar após decisão judicial.
Redação Imediato Online
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Camila Barroso, de 33 anos, principal suspeita de ser a mandante da morte de Geovana Costa Martins, de 20 anos, foi liberada da prisão nesta sexta-feira (15) após quase três meses de encarceramento. A Justiça concedeu à suspeita a prisão domiciliar, em razão de sua filha menor de 12 anos, que necessita de cuidados. A decisão foi tomada pelo juiz de direito da Vara de Garantias Penais e Inquéritos Policiais, Rivaldo Matos Norões Filho, após um pedido da defesa.

Liberação e monitoramento

Camila deixou o presídio por volta das 12h30, acompanhada por sua advogada, após realizar os procedimentos de liberação na Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). Ela passará a cumprir a pena em casa, com monitoramento eletrônico por tornozeleira. A suspeita também está proibida de deixar Manaus, conforme as condições impostas pela Justiça.

Desde sua prisão preventiva em 28 de agosto, Camila era investigada por seu envolvimento no assassinato de Geovana, que foi encontrada morta em uma área de mata no bairro Tarumã, na zona Oeste de Manaus, com sinais de espancamento. A Polícia Civil, através da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), concluiu que Geovana era explorada sexualmente pela patroa.

Defesa e acusação

Camila afirmou que é inocente e que acredita que foi injustamente indiciada por cuidar bem de Geovana, com quem tinha uma relação de carinho. Ela ainda afirmou que a mãe da vítima pedira para que Geovana morasse com ela.

A defesa de Camila, representada pela advogada Rosana Assis, aguarda a conclusão do inquérito para definir a linha de defesa no processo.

Foragido e detalhes do caso

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Ainda segue foragido Eduardo Gomes da Silva, outro suspeito de envolvimento no crime. A Polícia Civil do Amazonas solicita informações sobre o paradeiro de Eduardo, que pode ser denunciado através do número 181.

O desaparecimento de Geovana, ocorrido em 19 de agosto, culminou em sua morte no dia seguinte, com seu corpo encontrado com sinais de espancamento, e o caso segue sendo investigado pela polícia.

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