Wilson Lima anuncia envio de 116 toneladas de alimentos para municípios afetados pela estiagem em 2024

Governo do Amazonas envia 116 toneladas de alimentos a municípios afetados pela seca, com apoio das Forças Armadas.
Redação Imediato Online
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O Governo do Amazonas iniciou hoje (13) o embarque de aproximadamente 116 toneladas de alimentos destinados a seis municípios da Calha do Alto Solimões. A ação faz parte de um esforço para fornecer ajuda humanitária às comunidades afetadas pela estiagem severa que tem comprometido o abastecimento de água e alimentos na região.

O transporte dos itens conta com o apoio das Forças Armadas, especificamente do Exército Brasileiro, que auxiliará na logística através de empurradores e balsas. A previsão é de que a carga chegue ao seu destino em aproximadamente 20 dias. Além das cestas básicas, o envio inclui purificadores de água e caixas d’água para auxiliar na armazenagem de água potável em algumas comunidades.

Em paralelo, a Marinha do Brasil também está contribuindo com o embarque de mais 31 toneladas de alimentos, que serão enviadas para dois municípios na Calha do Purus. A estiagem antecipada e a baixa no volume dos rios têm gerado dificuldades significativas na navegação e no abastecimento das localidades afetadas.

Wilson Lima

“O Exército nos ajudará a garantir que esses alimentos cheguem a cidades-polo como Tabatinga. A partir daí, faremos a logística necessária para distribuir as cestas básicas aos municípios e comunidades que mais precisam,” afirmou o governador Wilson Lima.

O plano de ajuda humanitária prevê a entrega de cerca de 130 mil cestas básicas ao longo do ano. Nesta primeira fase da operação, 30 mil cestas básicas serão enviadas. Nos próximos 15 dias, está prevista a deflagração da segunda etapa, dependendo da resposta dos fornecedores e da situação de emergência nos municípios.

O governo estadual também solicita que as prefeituras reconheçam a situação de emergência à medida que o nível das águas dos rios continua a baixar e afeta as comunidades locais. O apoio contínuo das Forças Armadas e a coordenação com as prefeituras são fundamentais para a eficácia da operação de ajuda humanitária.

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