Sete crianças morrem após foguete atingir campo de futebol em Israel; Cenas fortes

Ataque com foguete atinge campo de futebol em Israel, deixando crianças e adolescentes mortos e feridos.
Redação Imediato Online
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Neste sábado, 27 de julho de 2024, pelo menos dez pessoas, incluindo sete crianças e quatro adolescentes, perderam a vida após um projétil disparado do Líbano atingir um campo de futebol em Majdal Shams, nas Colinas de Golã, no norte de Israel. Segundo fontes médicas israelenses, o ataque também deixou cerca de 30 pessoas feridas, algumas em estado crítico.

O ataque foi atribuído ao grupo libanês Hezbollah, que lançou uma série de foguetes contra a área. Equipes de emergência do serviço Magen David Adom (MDA), ambulâncias e helicópteros de evacuação médica foram rapidamente mobilizados para o local. “Quando chegamos, encontramos uma grande destruição e objetos em chamas. O cenário era horrível, com vítimas espalhadas pelo campo. Iniciamos imediatamente o atendimento e evacuamos os feridos para clínicas locais”, relatou um médico do MDA.

Enquanto as equipes prestavam socorro, os alarmes antiaéreos continuaram a soar. A polícia israelense, assistida por uma equipe de especialistas em desativação de bombas, está atualmente inspecionando a área para remover qualquer risco adicional, conforme detalhado em um comunicado oficial.

O ataque ocorreu enquanto o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, estava realizando uma reunião de segurança nos Estados Unidos. O ministro da Defesa de Israel, Yoav Gallant, está coordenando uma avaliação com o chefe do Estado-Maior do Exército, tenente-general Herzi Halevi, e outros altos funcionários de defesa. “Não há dúvida de que o Hezbollah ultrapassou todas as linhas vermelhas”, afirmou o ministro das Relações Exteriores de Israel, Israel Katz, em entrevista à emissora “Canal 12”. “Estamos diante de uma guerra total”, acrescentou o chanceler.

Em resposta ao ataque, o Hezbollah negou qualquer envolvimento. “A Resistência Islâmica no Líbano nega categoricamente as acusações feitas por alguns meios de comunicação e plataformas de mídia sobre o ataque a Majdal Shams”, declarou o grupo em um comunicado oficial.

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