Uma mulher do Distrito Federal está buscando compensação legal após uma clínica médica ter diagnosticado erroneamente a morte do seu feto de 11 semanas de gestação, resultando na recomendação de uma curetagem.
Durante o procedimento no hospital, foi descoberto que o bebê estava vivo. Esse erro causou um enorme estresse emocional para a mãe e complicou ainda mais a gestação, levando ao nascimento prematuro do bebê, que faleceu pouco depois.
A Defensoria Pública do DF está representando a mulher, argumentando que a clínica deve ser responsabilizada pelo equívoco médico sob a ótica do direito do consumidor. O caso destaca a necessidade de rigor nos cuidados médicos e reforça a importância da justiça e da confiança pública nos serviços de saúde.