O desembargador Luís César de Paula Espíndola, do Tribunal de Justiça do Paraná, gerou controvérsia durante uma audiência ao fazer comentários polêmicos sobre mulheres e relacionamentos. Durante a sessão, ele afirmou que “as mulheres estão loucas atrás de homens” e mencionou que, atualmente, elas estão assediando homens porque há poucos disponíveis.
Espíndola também criticou o que chamou de “discurso feminista desatualizado” da advogada da vítima de um caso de assédio discutido na audiência. Ele prosseguiu argumentando que as mulheres estão buscando parceiros devido à escassez de homens no Brasil, e que muitas recorrem a ter animais de estimação como substitutos.
Essas declarações ocorreram em um contexto onde o desembargador já havia sido condenado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por violência doméstica em 2023, em um caso anterior de assédio entre um professor e uma aluna.
As afirmações de Espíndola provocaram críticas significativas, sendo consideradas desrespeitosas e antiquadas por muitos, especialmente em um ambiente judicial onde se espera que os magistrados mantenham um comportamento imparcial e respeitoso.