Caso Djidja: Carro de ex-sinhazinha é encontrado abandonado na Avenida Boulevard

Carro da ex-sinhazinha Djidja Cardoso é encontrado abandonado em Manaus e advogado de defesa alega que ela aplicou cetamina em seu cliente.
Redação Imediato Online
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MANAUS – Na manhã desta terça-feira (04), O carro da ex sinhazinha Djidja Cardoso, foi achado na Praça 14, na Zona Sul da Cidade , o carrro modelo Fiat uno Way 1.0, na cor verde, o automovel de acordo com testemunhas o mesmo estava estacionado desde á ultima quarta- feira (29), dias depois da morte da ex-sinhazinha do boi Garantido.

Dados do Departamento de Trânsito do Amazoans (DETRAN-AM), mostram que o veículo é pertencente a Senhora Dilemar Cardoso Carlos da Silva, mais conhecida como Djidja Cardoso.

Segundo Informações do delegado do 1° Distrito Integrado de Polícia (DIP), Cícero Túlio, afirma que o carro deixado no local período tarde,noite da última terça-feira o carro foi estacionado ás pressas.informações constam que o carro estava com ás portas abertas, dessa forma a polícia encontrou a chave do veículo deixada no próprio carro, imagens de câmeras de segurança foram solicitadas para descobrir evidências dando aos fatos quem foi que deixou o veículos juntos ás pista no endereço para maiores evidências ao fato.

Caso Djidja: personal disse que ex-sinhá chegou a aplicar cetamina em seu braço, alega defesa

Na manhã desta terça-feira (4), o advogado de defesa do personal trainer Hatus Moraes Silveira, Mozart Bessa, afirmou que seu cliente, acusado de iniciar a família Cardoso (Cleusimar Cardoso, Djidja Cardoso e Ademar Cardoso) no uso de produtos injetáveis, é inocente. Ele esclareceu que era chamado à residência da família, localizada na Rua Guapiaçá, no bairro Cidade Nova, apenas para prestar socorro físico nos momentos em que os membros da família se encontravam sob efeito profundo de cetamina.

Mozart disse que seu cliente teve cetamina aplicada em seu braço de forma escondida pela própria ex-sinhá do Boi Garantido, Dilemar Cardoso, conhecida como Djidja Cardoso. “Ele era atraído para prestar socorro físico. Quando chegou lá e em um momento de distração conversando com familiares, a falecida (Djidja) aplicou por trás dele (a cetamina) na área do bíceps utilizando uma seringa utilizada para aplicação de insulina. Aquelas pessoas já estavam em uma situação em que pareciam ‘zumbis'”, disse o advogado.

Quando questionado sobre se Hatus teria iniciado a família no uso de cetamina, o advogado negou as acusações e disse que seu cliente teria sido acionado pela família para iniciar protocolos alimentares e de atividades físicas com foco em melhores resultados físicos. “Todos eles utilizavam substâncias, inclusive uma conhecida como potenay e várias outras.

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