VÍDEO: candidato à presidência do Equador é assassinado com três tiros

Candidato à presidência do Equador é assassinado a tiros durante campanha eleitoral em meio a aumento da violência no país.
Redação Imediato Online
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MUNDO| O candidato a presidente do Equador Fernando Villavicencio, de 59 anos, foi morto com três tiros, nesta quarta-feira (9), na capital do país enquanto encerrava um compromisso de campanha.

Villavicencio foi baleado na cabeça depois de sair de um encontro político na cidade de Quito. Ele chegou a ser socorrido para a Clínica da Mulher, hospital mais próximo do local do crime, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no centro de saúde.

Villavicencio era um dos oito candidatos das eleições presidenciais que ocorrerão no dia 20 de agosto no Equador, país que enfrenta um aumento da violência relacionada ao tráfico de drogas. O postulante ao cargo de chefe do Executivo equatoriano fazia parte do Movimento Construye (MC25), era jornalista investigativo e político. Ele se considerava de centro-direita.

Um dos suspeitos de efetuar os disparos foi morto depois de uma troca de tiros com a polícia nacional, de acordo com o Ministério Público.

A embaixada dos Estados Unidos no Equador publicou na plataforma X (antigo Twitter) uma mensagem condenando o assassinato do candidato a presidente do país Fernando Villavicencio, classificado como “lutador dos corruptos”, e oferecendo “assistência investigativa urgente”.

“Estou profundamente chocado ao saber do assassinato de Fernando Villavicencio, candidato presidencial e lutador contra os corruptos e narcocriminosos que tanto dano causaram ao Equador. Em nome do povo e do Governo dos Estados Unidos da América, expresso minhas mais profundas condolências à sua família e ao povo do Equador. O governo dos EUA condena veementemente este ataque e oferece assistência investigativa urgente”, diz a declaração, assinada pelo embaixador Michael J. Fitzpatrick.

Durante a sua carreira no jornalismo, Villavicencio, denunciou casos de corrupção. Ele acusou o ex-presidente Rafael Correa de crimes contra a humanidade.

Fernando Villavicencio se declarou perseguido pelo governo equatoriano quando foi condenado a 18 anos de prisão, em 2014, por injúrias contra Correa. O jornalista e político chegou a se exilar no Peru.

Foto: Reuters/Karen Toro

Com informações do Uol*

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