Caso Débora | O principal suspeito da morte da jovem Débora da Silva Alves, de 18 anos, Gil Romero Batista, tinha um bar localizado na rua Hibisco, no bairro Grande Vitória, zona Leste e foi totalmente destruído na última quinta-feira (3) por populares revoltados com a morte da moça que estava grávida de 8 meses.
Segundo informações, durante a Operação Hela, um funcionário de Gil foi preso nos fundos do estabelecimento, o ‘vulgo nego’, que confessou que teria participado na morte da jovem e levou os policiais ao local onde o corpo da jovem teria sido desovado dentro de um ‘camburão’ no bairro Mauazinho, zona Leste de Manaus.
Revolta
A revolta foi gerada não apenas em quem conhecia a jovem, mas também naqueles que ficaram enojados com o teor macabro de como terminou a vida de Débora. Com isso, a população se reuniu na frente do bar do Gil e depredaram toda a estrutura e levaram tudo que tinha dentro do estabelecimento.
A fúria foi tanta que levaram tudo que havia dentro do bar como TVs, caixas de som, geladeiras, freezer, a estrutura elétrica e usaram marretas para quebrar partes de concreto do local.




Procurado

Gil Romero Machado Batista, está sendo procurado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), por meio da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), por envolvimento na morte de Débora da Silva Alves, que tinha 18 anos. A vítima estava grávida de oito meses.
A polícia pede ajuda da população na ampla divulgação da imagem de Gil Romero. Conforme o delegado Ricardo Cunha, titular da unidade especializada, a vítima desapareceu no dia 29 de julho deste ano, quando saiu de sua residência para encontrar o infrator, que seria o pai do bebê.