Menino de 3 anos já quebrou 12 televisores, quase incendiou a casa e trouxe prejuízo de quase R$50mil

Um caso hilário e preocupante de um menino de 3 anos, relatado pela revista Crescer, trouxe detalhes do que é ser mãe de uma criança que chegou na fase de andar.
Redação Imediato Online
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“Desde o momento em que ele começou a andar, não posso dar as costas nem mesmo por um segundo”, relatou a mãe do menino de 3 anos

INFÂNCIA | Um caso hilário e preocupante de um menino de 3 anos, relatado pela revista Crescer, trouxe detalhes do que é ser mãe de uma criança que chegou na fase de andar. 

O menino identificado como Jaxon-Carter já trouxe uma dívida de cerca de R$50 mil para a família. “Desde o momento em que ele começou a andar, não posso dar as costas nem mesmo por um segundo, sem que ele se meta em travessuras. Na semana passada, ele quase colocou fogo na casa ao enfiar seu brinquedo no forno, enquanto eu preparada o jantar – eu voltei e o forno estava em chamas”, disse a mãe em entrevista ao Mirror.

Além de quase incendiar a casa, o pequeno peralta já quebrou cerca de 12 TV’s, jogou terra pela casa e inundou o banheiro, além de riscar pintar toda a parede com tinta.

“Ele ficava olhando pra mim com aquele olhinhos atrás de seu rosto que estava preto, imundo. Eu tive que rir para não chorar”, disse a mãe sobre o dia que a criança espalhou terra de um vaso de plantas na casa.

Menino de 3 anos já quebrou 12 televisores, quase incendiou a casa e trouxe prejuízo de quase R$50mil.
Imagens de Revista Crescer

COMPORTAMENTO NA INFÂNCIA| De acordo com a psicóloga Mônica Pessanha, colunista da Crescer, as crianças de 2 ou 3 anos de idade não são terríveis. “Como adultos, vemos o comportamento errático de nossas crianças como algo que precisa ser controlado, porque elas parecem tão descontroladas, o que, do ponto de vista de adultos, realmente é pura verdade”, disse.

“É aí que tendemos a recorrer a generalizações sobre os ‘dois terríveis’ anos. Quando agimos desta forma, podemos inadvertidamente sabotar o desenvolvimento de nossos filhos, afastar sua capacidade de entender a si mesmo, de explorar o mundo de uma maneira que faça sentido para eles e incentive sua curiosidade. Truncamos a motivação deles para aprender.”, explicou a psicóloga.

Ainda sobre o assunto ela diz “tiramos a confiança deles para criar relacionamento e, o mais importante de tudo, interrompemos a capacidade de desenvolver as habilidades emocionais necessárias para que eles tenha sucesso na escola e na vida. Entendendo o sucesso como a capacidade que uma pessoas tem, de maneira confiante, explorar o mundo ao seu redor com entusiasmo e curiosidade, sem medo de cometer erros; sentindo-se segura o suficiente para começar e de ser recompor diante de uma decepção”, finalizou a mesma.

Na publicação foi listado algumas atitudes dos pais que podem ajudar a passar por essa fase complica:

1-Ouvir os filhos em vez de apenas conversar e direcioná-los

2-Dar a eles liberdade para brincar e explorar o mundo de forma mais autônoma

3-Permitir aos filhos a oportunidade de ser esforçar para realizar algo e falhar 

4-Trabalhar para entender quem é cada criança e o que ela precisa em uma determinada idade.

5-Dar aos filhos limites e orientação

Com informações de A Crítica.

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